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11/06/2018 – 14h30 | última atualização em 15/06/2018 – 10h16

CJF prorroga prazo de pesquisa sobre sistemas judiciais até o dia 15

Fonte: com informações do CJF
Mais de seis mil pessoas já responderam a pesquisa que avalia os sistemas judiciais eletrônicos da Justiça Federal em todo o país. O levantamento é realizado pela Corregedoria-Geral da Justiça Federal desde o dia 21 de maio e, após prorrogação, pode ser respondido até 15 de junho. Até agora, entre os usuários externos, 2.221 advogados (púbicos e privados), 260 membros do Ministério Público e 551 interessados em processos participaram da pesquisa, totalizando 3.032 pessoas de todas as unidades da Federação.

Nesse grupo de respondentes, as maiores participações foram registradas no Paraná (23,62%), Rio Grande do Sul (22,61%) e em Santa Catarina (18,06%). Para grande parte desses usuários (91,23%), a Justiça Federal deve adotar um sistema judicial único. Entre as ferramentas mais utilizadas pelo público externo estão o PJe (80,54%), o e-Proc (66,03%) e o Creta (9%). Cada participante pode escolher mais de um sistema.

De acordo com o corregedor-geral da Justiça Federal, ministro Raul Araújo, a expectativa é de que a participação do público cresça até o encerramento da pesquisa, principalmente entre os advogados privados. “A opinião desses profissionais é de fundamental importância para a avaliação dos sistemas judiciais eletrônicos, pois eles estão entre os maiores usuários dessas ferramentas. Não seria possível uma avaliação qualitativa eficaz sem saber o que pensa a advocacia”, salientou o magistrado.

A pesquisa é dividida em dois públicos: interno (magistrados e servidores) e externo (integrantes do Ministério Público, profissionais da advocacia e pessoas que figuram como partes ou interessadas em ações judiciais). Entre o público interno, a pesquisa já foi respondida por 3.173 usuários, sendo 544 magistrados e 2.629 servidores. 
 
A perspectiva dos organizadores é alcançar oito mil participantes, para que se tenha uma visão consistente dos problemas e potencialidades das ferramentas atualmente disponíveis. Os resultados possibilitarão a oferta de subsídios para a formulação de políticas judiciais que aprimorem os sistemas eletrônicos da Justiça Federal. Entre as perguntas a serem respondidas, questiona-se os mecanismos de segurança, benefícios na utilização dos sistemas digitais e facilidades na realização de atos processuais.
 
Clique aqui e acesse a pesquisa.
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