
Ao chegar em seu trabalho,
na manhã desta quinta-feira, dia 19, a secretária do Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro (GTNM/RJ) verificou que a sede do núcleo havia sido invadida e que a quantia de R$ 1.567 havia sido
furtada do caixa do Projeto Clínico Grupal, além de diversos documentos do movimento e notas fiscais de serviço.
O GTNM/RJ, que há 27 anos vem lutando pela memória, verdade e justiça referente ao período de terrorismo de Estado que se implantou no Brasil durante a ditadura militar, em menos de 10 dias
sofreu duas ameaças.
“Estou ligando para dizer que nós vamos voltar e que isso aí vai acabar”, dizia a
mensagem anônima recebida pelo grupo
via telefone, no dia 11 deste mês, por volta das 14h.
Em nota publicada em seu site, o núcleo avisa que "não
teme estas ameaças e que elas não intimidarão seus membros, nem os farão recuar nesta luta de quase trinta anos".