A Comissão Especial de Práticas Colaborativas (CEPC) da OABRJ discutiu como a constelação familiar - técnica psicoterapêutica fenomenológica, sistêmica, não empirista ou subjetiva, desenvolvida pelo psicólogo e filósofo alemão Bert Hellinger (1925-2019) - pode ser aplicada ao processo colaborativo.

A presidente da comissão, Lívia Caetano, especialista na área de Família, conduziu o encontro, que foi idealizado pela integrante do mesmo grupo Alexandra Sirotsky Sheps. Outros palestrantes foram o constelador familiar e colaborador da Comissão de Estudos de Direito Sistêmico da OABRJ Luiz Lima e a membra da CEPC Natália Winter. 

“É um tema que me é muito caro, no qual acredito muito. Vamos falar sobre como casos concretos teriam se desenrolado se a constelação familiar tivesse sido aplicada e sublinhar a importância das famílias”, disse Caetano.