A diretora de Apoio à Advocacia na OABRJ, Emília Garcez, representou a Seccional nesta terça-feira, dia 13, em São Paulo (SP), na AB2L Lawtech Experience 2025 – um dos maiores eventos de inovação jurídica do mundo. Ela foi uma das palestrantes do painel “Inteligência Artificial e o Futuro do Direito”, que promoveu um diálogo objetivo e dinâmico sobre os impactos da IA. O evento foi palco para o lançamento do LawTech Nation, polo internacional de inovação jurídica com sede no Rio de Janeiro, com a meta de transformar a cidade, até 2030, na capital mundial da inovação jurídica. O polo reúne lideranças da magistratura, da advocacia, da academia, da inovação e do Poder Público, incluindo: OABRJ, Sebrae RJ, UERJ, tribunais, Defensoria Pública, Procuradoria Geral do estado e do município, secretarias de Inovação do estado e do município e a própria AB2L. Entre os principais propósitos do polo estão: promover educação jurídica por meio de eventos e workshops; fomentar o empreendedorismo jurídico e incentivar a inovação na advocacia; alinhar agendas institucionais e apoiar projetos dos membros do conselho; realizar hackathons e desenvolver soluções para o sistema de Justiça e para a sociedade; e posicionar o Rio de Janeiro no centro do debate global sobre transformação digital no Direito. Manifesto Durante o painel de lançamento, ocorreu a apresentação da página oficial do polo e a assinatura do Manifesto LawTech Nation, que formaliza a união de esforços entre instituições, empresas e lideranças para impulsionar a inovação no setor jurídico e tecnológico. “O Manifesto é um marco que formaliza a união de esforços entre instituições, empresas e lideranças do ecossistema jurídico e tecnológico para impulsionar a inovação no setor”, destacou Emília Garcez. Segundo ela, o Polo Internacional de Inovação Jurídica coloca o Brasil no mapa global da inovação no Direito, integrando o mercado nacional a iniciativas internacionais e acelerando a transformação digital do setor. O projeto atuará como um ponto de convergência entre diferentes atores, do Poder Judiciário a startups, com o objetivo de gerar impacto positivo, econômico e social. Entre os impactos esperados estão o aumento da competitividade do mercado jurídico brasileiro, a redução de barreiras tecnológicas para advogados e pequenas bancas, a criação de soluções escaláveis para ampliar o acesso democrático à Justiça e atração de investimentos e talentos para o ecossistema de inovação.