Poucos dias depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarar a pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, na quarta-feria, dia 11 de março, a Diretoria da OABRJ arregaçou as mangas e montou um gabinete de crise em regime de plantão permanente. Desde esse primeiro momento, enfileiram-se medidas práticas que têm minorado os impactos da maior crise sanitária sobre a advocacia fluminense. 

Para documentar a atuação da Seccional nos 180 dias iniciais de pandemia, esta edição virtual da Tribuna da Advocacia lista, em ordem cronológica, as principais ações do período. Ao clicar nos itens, o leitor é direcionado para as notícias completas publicadas aqui no Portal da OABRJ. 

São ações que permitiram que a Ordem continuasse trabalhando. Em todo o país, a Seccional do Rio de Janeiro é a que mais oferece serviços à advocacia. Isso se reflete, entre outras coisas, nos 250 escritórios compartilhados espalhados pelo estado, na maior rede de delegados em defesa de prerrogativas, no Recorte Digital e nos convênios pioneiros firmados para diminuir o entrave na liberação de mandados de pagamento.  

Para que a Justiça continuasse a funcionar, muito do que era presencial passou a ser feito remotamente e diversas inovações tecnológicas foram implementadas de modo repentino. 

"Temos lutado para que os meios eletrônicos não sejam um instrumento de afastamento da advocacia no dia a dia dos tribunais. Se, por um lado, dotamos nossos escritórios compartilhados com equipamento de vídeo para teleconferências, por outro acionamos o Conselho Nacional de Justiça para que as audiências virtuais não fossem uma imposição", destaca o presidente da OABRJ, Luciano Bandeira.

Para ele, a advocacia será fundamental para a superação da crise: "teremos que ajudar a solucionar litígios, redefinir pactos e contratos em todas as áreas".

"A OABRJ continuará lado a lado com a classe, dando suporte para o pleno exercício profissional de todos e todas e defendendo de forma intransigente as prerrogativas da advocacia".