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12/06/2018 - 15:51

Economia criativa e papel dos sindicatos no futuro do turismo

Como caminha o turismo fluminense? Que papel a economia criativa desempenha?  Quais devem ser os limites de atuação das entidades setoriais no âmbito privado e no governamental (Embratur, TurisRio e fundações municipais, por exemplo)? Qual é o papel dos sindicatos após a Reforma Trabalhista, que suspendeu a obrigatoriedade da contribuição sindical? E o que poderia ensinar uma cidade da Arábia Saudita sobre como trazer o poder público municipal para o segmento? Esses foram os nortes do seminário O turismo fluminense em 2020: perspectivas e estudos de caso, realizado no dia 28 de maio, na Seccional.

O evento foi organizado pela Comissão de Turismo da OAB/RJ e pelo Sindicato dos Guias de Turismo do Rio de Janeiro (Sindegtur), com apoio da Federação de Convention & Visitors Bureaux do Estado do Rio de Janeiro, da Churrascaria Palace e do Hotel Acapulco Copacabana.

O presidente da comissão, Hamilton Vasconcellos, e o presidente do Sindegtur, Fernando Baptista, conduziram os trabalhos.

Doutor em Gestão e Desenvolvimento Turístico pela Universidad de Málaga, Eduardo Mielke falou sobre os desafios do turismo em Jeddah, na Arábia Saudita, uma ditadura absolutista com costumes pautados na rigidez do islamismo. Na opinião de Mielke, é preciso valorizar a atuação dos sindicatos como agregadores da base e diminuir o papel tutelador do Estado no setor.

O advogado Fabrício Amaral, coautor da Lei Geral do Turismo, fez um estudo de caso sobre o Airbnb, que promove hospedagem em casas de moradores locais. Presidente na Federação de Convention & Visitors Bureaux do Rio, Marcos Navega abordou a necessidade de se criar um calendário de eventos da cidade que esteja em sintonia com o do país.